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POLICIAL

Justiça aceita denúncia e torna réus acusados pela morte do engenheiro Rubens Fernandes em Lagoa Seca

Empresário Christian Medeiros responderá por homicídio qualificado, lesões corporais e porte ilegal de arma; médica Larissa Leal é ré por participação no crime.

👤 Damião Porfirio 📅 22 de julho de 2026 👁 79 ⏱ 2 min de leitura
Justiça aceita denúncia e torna réus acusados pela morte do engenheiro Rubens Fernandes em Lagoa Seca

A Justiça da Paraíba aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e tornou réus o empresário Christian Medeiros Veiga Dantas Costa e a médica Larissa Leal de Freitas pela morte do engenheiro civil Rubens Fernandes da Costa Filho, conhecido como Rubinho.

O crime aconteceu após uma festa de São João, no município de Lagoa Seca, no Agreste paraibano. O processo tramita em segredo de Justiça.

De acordo com a decisão, Christian responderá pelos crimes de homicídio qualificado, duas lesões corporais e porte ilegal de arma de fogo. Já Larissa foi denunciada por participação no homicídio qualificado.

Ao receber a denúncia, o juízo determinou a citação dos dois acusados para que apresentem resposta à acusação no prazo de dez dias, conforme previsto no Código de Processo Penal.

O recebimento da denúncia marca o início da ação penal, fase em que os acusados passam à condição de réus e terão assegurado o direito à ampla defesa e ao contraditório durante o andamento do processo. Até eventual condenação definitiva, ambos são considerados inocentes, conforme estabelece a Constituição Federal.

Relembre o caso

O engenheiro civil Rubens Fernandes da Costa Filho, de 29 anos, foi morto a tiros na madrugada do dia 21 de junho de 2026, no estacionamento de uma casa de eventos em Lagoa Seca, logo após uma festa de São João.

Segundo as investigações da Polícia Civil, o autor dos disparos teria sido Christian Medeiros. Inicialmente, a investigação apontava que ele teria agido sozinho. No entanto, ao oferecer a denúncia, o Ministério Público da Paraíba concluiu que Larissa Leal, ex-companheira da vítima e namorada de Christian, também participou do crime, ao instigar o homicídio e prestar auxílio material para sua execução.

Ainda conforme as investigações, antes do assassinato houve desentendimentos e provocações entre os envolvidos durante a festa. Vídeos analisados pela investigação mostram momentos de confusão, mas, segundo familiares da vítima, Rubinho não participou diretamente das agressões registradas no local.

O caso teve grande repercussão na Paraíba e segue em tramitação na Justiça.


 

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