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Ataque com mais de 40 tiros contra carro blindado volta a viralizar e segue sob investigação no Rio Grande do Sul

As câmeras de videomonitoramento registraram o momento em que criminosos cercam um Toyota Corolla blindado e efetuam mais de 40 disparos utilizando pistola, espingarda e carabina.

👤 Porfirio 📅 05 de julho de 2026 👁 84 ⏱ 2 min de leitura
Ataque com mais de 40 tiros contra carro blindado volta a viralizar e segue sob investigação no Rio Grande do Sul

Um atentado registrado no dia 14 de maio, no município de Soledade, no norte do Rio Grande do Sul, voltou a ganhar repercussão nacional após as imagens do ataque circularem novamente nas redes sociais nas últimas semanas.

As câmeras de videomonitoramento registraram o momento em que criminosos cercam um Toyota Corolla blindado e efetuam mais de 40 disparos utilizando pistola, espingarda e carabina.

Apesar da intensidade do ataque, o motorista sofreu apenas um ferimento no ombro, enquanto a passageira saiu ilesa. Segundo a Polícia Civil, o veículo era blindado, fator que foi decisivo para evitar uma tragédia.

De acordo com o delegado Marcelo Gasparetto, responsável pelas investigações, quatro pessoas são apontadas como suspeitas de participação no crime: três executores e um suposto mandante. Até o momento, nenhum deles foi localizado.

Inicialmente, a vítima afirmou que o atentado teria sido motivado por questões pessoais relacionadas a ciúmes. No entanto, a Polícia Civil trabalha com a hipótese de que a motivação seja mais complexa.

Segundo o delegado, o motorista já havia sido alvo de outra tentativa de homicídio no ano anterior. Na época, ele negou que tivesse sofrido qualquer ataque. Após o novo atentado, passou a relatar que acredita que os dois crimes tenham sido ordenados pelo mesmo mandante, apontado como integrante de uma facção criminosa.

As investigações também indicam que os atiradores provavelmente desconheciam que o automóvel era blindado. A quantidade de disparos e o armamento utilizado demonstram que o ataque foi planejado para executar a vítima.

Violência e crime organizado

O caso chama atenção pela ousadia da ação criminosa e pelo elevado poder de fogo empregado. Especialistas em segurança pública destacam que o uso de armas longas, como carabinas e espingardas, em ataques urbanos é um indicativo da atuação de organizações criminosas com maior capacidade logística e acesso a armamento de alto poder destrutivo.

A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar todos os envolvidos e esclarecer a motivação do atentado. Até o momento, ninguém foi preso.


Assista ao vídeo aqui 


 

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