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POLICIAL

Lídia Moura presta solidariedade à jornalista que denunciou tentativa de estupro em Cabedelo

Ex-secretária das Mulheres destaca importância da denúncia e reforça que vítimas de violência sexual não devem enfrentar a situação sozinhas.

👤 Porfírio 📅 07 de julho de 2026 👁 10 ⏱ 2 min de leitura
Lídia Moura presta solidariedade à jornalista que denunciou tentativa de estupro em Cabedelo

A ex-secretária de Estado das Mulheres e da Diversidade Humana e pré-candidata a deputada federal, Lídia Moura, manifestou apoio público à jornalista que revelou, por meio das redes sociais, ter sido vítima de uma tentativa de estupro no bairro de Intermares, em Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa.

Em nota, Lídia destacou a coragem da profissional ao decidir compartilhar o episódio, afirmando que relatos como esse ajudam a romper o silêncio que ainda cerca muitos casos de violência contra a mulher.

 

"Quero expressar minha solidariedade e meu abraço à jornalista que decidiu tornar pública uma experiência tão dolorosa. Falar sobre a violência sofrida exige muita coragem e ajuda a romper o silêncio que ainda protege muitos agressores", declarou.

 

 

A ex-secretária também ressaltou que crimes como tentativa de estupro, estupro e outras formas de violência sexual precisam ser denunciados para que os autores sejam identificados e responsabilizados pela Justiça.

Segundo ela, registrar a ocorrência é uma medida que protege não apenas a vítima, mas também outras mulheres que podem estar expostas ao mesmo agressor.

 

"É fundamental que as mulheres saibam que não estão sozinhas. A denúncia é um instrumento de proteção individual e coletiva. Quando um agressor permanece impune, ele pode continuar fazendo novas vítimas", afirmou.

 

Lídia lembrou ainda que, além das delegacias presenciais, a Paraíba oferece a possibilidade de registro por meio da Delegacia Online, ampliando o acesso das vítimas aos serviços de segurança pública.

Ao final da manifestação, ela reforçou a necessidade de fortalecer a rede de acolhimento às mulheres e combater qualquer forma de naturalização da violência.

 

"Toda mulher tem o direito de viver sem medo e com segurança. Que esse relato incentive outras vítimas a buscar apoio, denunciar e conhecer os serviços preparados para acolhê-las", concluiu.

O caso reacendeu o debate sobre a importância da denúncia, do acolhimento às vítimas e do fortalecimento das políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher.

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